Kjeldahl, Dumas ou NIR: Qual o melhor método para analisar proteínas na indústria?


As proteínas são determinantes para a textura, emulsificação e o valor comercial dos alimentos. No entanto, escolher o método analítico ideal é um desafio que equilibra precisão normativa e eficiência operacional. Em meu novo artigo técnico, apresento um guia comparativo entre as principais tecnologias utilizadas no controle de qualidade industrial.

Kjeldahl, Dumas ou NIR: Qual escolher?

Cada metodologia possui uma aplicação estratégica dependendo do objetivo da sua planta industrial:

  • Método de Kjeldahl: O padrão de referência mundial. Essencial para fins regulatórios e rotulagem, embora demande maior tempo e uso de reagentes químicos.
  • Método de Dumas (Combustão): Oferece análises rápidas, automatizadas e seguras. É a escolha ideal para laboratórios de alto fluxo que buscam eliminar o uso de ácidos fortes.
  • Espectroscopia NIR: Tecnologia não destrutiva que permite estimativas em menos de um minuto. Perfeita para monitoramento em tempo real diretamente na linha de processo.

Complementaridade Analítica

A estratégia mais eficiente para a agroindústria é a integração: utilize os métodos clássicos (Kjeldahl ou Dumas) para validar e calibrar os sistemas, enquanto o NIR realiza o monitoramento contínuo da composição proteica.


🚀 Como você otimiza o tempo do seu laboratório?

A transição para métodos automatizados como o Dumas ou de triagem rápida como o NIR pode aumentar drasticamente a competitividade do setor. Você ainda depende exclusivamente do método de Kjeldahl para a sua rotina?

Qual é o maior gargalo analítico na sua planta hoje? Vamos conversar nos comentários!


Como citar este artigo (ABNT):

CHAGAS, F. S.; RESENDE, B. S.; REZENDE, V. A.; SILVA, M. A. P.; BELISARIO, C. M. Métodos tradicionais, tecnologias rápidas e aplicações industriais para análise de proteínas em alimentos: Critérios para escolha do método analítico na indústria. Revista Técnica da Agroindústria, Rio Verde, v. 3, n. 1, art. 025, p. 1-6, 2026. Disponível em: https://doi.org/10.5281/zenodo.19055266. Acesso em: 11 mai. 2026.

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